Diário virtual

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Aula 17.


Enfim, o grande dia chegou!!!
Esse dia apresentamos as narrativas, como convidado especial a professora levou seu marido, também professor da universidade. Fiquei muito feliz com o resultado final da minha narrativa, ficou do jeitinho que eu queria: Humor, humor e humor. 
Acredito que todos gostaram, e riram bastante. Aqui vai um agradecimento especial para o grande e maravilhoso protagonista Paulo Henrique, o Paulinho, gente. Globo está perdendo um grande ator, sério! até o marido da professora reconheceu o talento do nosso querido amigo Paulinho. 
Ademais, fiquei impressionada com todas as narrativas, todas criativas e impactantes. Todos se doaram para que as narrativas ficassem boas, e ficaram! Parabéns, gente!
Devo ressaltar que foi o ultimo dia de aula ( :( ), é, o semestre acabou, ficou as lembranças. Ai meu Deus, sou tão emotiva, estou quase chorando ao escrever. Todas as aulas foram especiais, e a professora mais especial ainda, ela é incrível! e sem falar na monitora, muito atenciosa  e prestativa, obrigada a todos que contribuíram para que esse primeiro semestre de leitura e produção de texto fosse tão especial! Depois das apresentações fizemos um lanche coletivo, que Meu Deus, estava muito bom! 
Enfim, foi isso, primeiro semestre de leitura e produção de texto concluído com sucesso(acho, né, porque ainda não sei a nota final). rsrs

boas férias e até breve!

aula 16.


Nesta aula mostramos as narrativas prontas. Nossa! não pensei que daria tanto trabalho, só Deus sabe o que passei para fazer essa bendita narrativa. (risos). E fui mostrar a professora, ainda não era o projeto final, era quase, a professora Andréa fez críticas construtivas na minha narração, tive que mudar algumas coisas, acrescentar outras... enfim, sai de lá chorando, pois sabia que seria mais um trabalhão. rsrs
A apresentação final seria na próxima semana, tive que "correr"!!!

Aula 15.

Neste dia conversamos com a professora individualmente sobre a narrativa digital. Não tinha ainda materiais para a minha, foi então que decidi fazê-los naquele momento. Como tinha falado em outro diário, o Paulinho seria o protagonista da minha narrativa. Fomos tirar as fotos que iria precisar, logo depois dei um breve resumo para a professora de como seria a minha narrativa, ela, claro, sempre muito prestativa, me deu algumas ideais, digamos que iluminou o caminho. rsrsrs 
E foi isso, logo depois fui embora. 

até a próxima, bjsss!

Resenha do livro Tudo que você não soube.

Fernanda Young.

Fernanda Young, tudo que você não soube, Rio de Jneiro: Editouro,2007.

Fernanda Maria Young de Carvalho Machado (Niterói, 1 de maio de 1970) é uma escritora, atrizroteirista e apresentadora de televisão brasileira. Fernanda Young tem vários romances publicados: Vergonha dos pés, A sombra das vossas asas, Carta para alguém bem perto, As pessoas dos livros, O efeito urano, Aritmética e, o mais recente, tudo que você não soube. Lançou um livro de poesias, Dores do amor romântico, e fez algumas letras de músicas. Escreve também para televisão, teatro e cinema. Tem uma coluna mensal na revista Claudia e um programa no canal GNT, chamado Irritando Fernanda Young. Fernanda, entretando, faz questão de repetir que são romances o que sabe fazer de melhor. Se você a conhece apenas pelas outras coisas que ela faz, talvez seja uma boa oportunidade de prová-las em sua especialidade. 



Alguém que comete um ato monstruoso é necessariamente um monstro? Fernanda Young resolveu investigar essa questão através de uma pista altamente suspeita: sua própria imaginação. 
Temos uma personagem principal sem nome, escrevendo para um pai que está morrendo. Quer contar tudo que ele não soube sobre a vida dela, antes que seja tarde demais. Os motivos que a levam a fazer usso, porém, são os piores possíveis. Mas isso não é, nem de longe, o que de mais condenável ela já fez. Ela fez aquilo que não se faz de jeito nenhum. Deu vazão, sem piedade, ao mais terrível instinto freudiano. Pegou um martelo e acertou a cabeça da mãe. Você, claro, jamais faria isso, certo? sob circunstância alguma, não é? Engraçado, a personagem deste livro é estranhamente parecida com você. 
A leitura do livro proporciona um mergulho nas relações familiares  conturbadas e nos questionamentos de uma jovem contemporânea a cerca de sua vida traumatizada , a seu ver, devido ao relacionamento pais versus filhos. 
Tendo três personagens principais: a mãe, o pai e a filha e outros personagens secundários. A história é contada por uma mulher, cujo o nome não é revelado, beirando os quarenta anos, boa mãe, esposa, dona de casa, aparentemente equilibrada, que  decide escrever um livro para o pai que está no leito da morte, contanto tudo o que sentiu e sente pelo desprezo, abandono e omissão recebidos por parte  de seus familiares. por ter tentado matar a mãe a marteladas, pois a mesma a menosprezava por ela não fazer parte do padrão normal de menina comum, a personagem se sente obrigada a escrever a seu pai revelando os motivos do ato cometido e toda sua amargura por nunca ter tido o mesmo presente em sua vida. Não se trata de um diário repleto de culpas e pedidos de perdão, mas sim um relato cheio de reflexões quanto à infância e a juventude passadas num reformatório e exposição de uma mulher amargurada por ter convivido com uma família desestruturada pela falta de amor. A preocupação da personagem é mostrar ao pai que ela não é uma menina careta e frágil como eles a queriam. E sim que poderia ser dona do seu destino e fazer o que bem entendesse. O acerto de contas com o pai vem de madrugada, quando ela se desliga da vida de mulher, dona de casa e mãe e é levada ao passado se mostrando um poço de desamparo e solidão. "Sigo me movendo por inércia, cadáver distraído." (Young, 2017, p 45). De um lado o desdém, se mostrando completamente indiferente ao casamento e ao marido, e por outro lado necessitando desabafar ao pai e mostrar seus motivos, mas principalmente suas angústias que para ela são consequências exatamente da falta de amor. "Trata-se da vida da sua única filha, aquela que jamais você se interessou em conhecer, mesmo quando se tornou um caso de polícia ." (Young, 2017, p 17). A personagem tem como escrita uma forma de alívio diante da amargura de não ter tido uma família feliz e de nunca ter sido notada, amada e até mesmo respeitada. A mãe da personagem, que nunca sequer olhou nos olhos da filha, tenta impor um padrão para filha, até mesmo o ato de escolher com quem a filha irá namorar. O ato mais chocante do livro acontece quando a protagonista, esgotada de tudo o que a mãe fez e principalmente o que não fez, a personagem é levada por uma fúria depois de brigar com a mãe que ela simplesmente martelou a mãe com a intenção de matá-la na cozinha de casa, que embora tenha falhado no ato, deixou a mãe invalida para o resto da vida. 
É um tanto difícil analisar este livro, acho que muitas pessoas poderiam repudiá-los e joga-lo no lixo antes de chegar na décima página. A escrita, cheia de virgulas e capítulos curtos jogados como desabafos, berrado na orelha de um pai morrendo pode ser bem perturbador. Para quem gosta de ler algo com uma linguagem, digamos, sem limites, podendo ser julgado como repugnante e grosseiro, está aí uma boa indicação. Um livro com dramas do começo ao fim, despertando a curiosidade em saber se a personagem irá conseguir exteriorizar tudo o que deseja, o que acontecerá quando ela o fizer e mais ainda, se em algum momento ela irá pedir perdão pelo ato cometido. 

domingo, 29 de outubro de 2017

Aula 14.


Oi, gente linda!

A aula quatorze foi dia de declamação, alegria para uns, tristeza para outros. Acho que fico no meio termo, nem feliz, nem triste, Pois adoro ouvir declamações, mas não gosto de fazer. (risos)
A aula basicamente foi isso, todos escolheram um poema e declamaram. Sobre a minha declamação, não foi boa, pois o poema que escolhi requer mais emoção, drama, e eu meio que "li". Preciso trabalhar nisso. 
Contudo, amei todos os poemas declamados. Vou deixar abaixo o poema que escolhi, é um dos meus favoritos. 


JOSÉ

Carlos Drummond de Andrade

E agora, José? 
A festa acabou, 
a luz apagou, 
o povo sumiu, 
a noite esfriou, 
e agora, José? 
e agora, Você? 
Você que é sem nome, 
que zomba dos outros, 
Você que faz versos, 
que ama, proptesta? 
e agora, José?

Está sem mulher, 
está sem discurso, 
está sem carinho, 
já não pode beber, 
já não pode fumar, 
cuspir já não pode, 
a noite esfriou, 
o dia não veio, 
o bonde não veio, 
o riso não veio, 
não veio a utopia 
e tudo acabou 
e tudo fugiu 
e tudo mofou, 
e agora, José?

E agora, José? 
sua doce palavra, 
seu instante de febre, 
sua gula e jejum, 
sua biblioteca, 
sua lavra de ouro, 
seu terno de vidro, 
sua incoerência, 
seu ódio, - e agora?

Com a chave na mão 
quer abrir a porta, 
não existe porta; 
quer morrer no mar, 
mas o mar secou; 
quer ir para Minas, 
Minas não há mais. 
José, e agora?

Se você gritasse, 
se você gemesse, 
se você tocasse, 
a valsa vienense, 
se você dormisse, 
se você consasse, 
se você morresse.... 
Mas você não morre, 
você é duro, José!

Sozinho no escuro 
qual bicho-do-mato, 
sem teogonia, 
sem parede nua 
para se encostar, 
sem cavalo preto 
que fuja do galope, 
você marcha, José! 
José, para onde?

Desejos perdidos.


"Pequenos desejos"
Procurei várias maneiras de começar a escrever sobre isso, ao refletir, percebi que minha "lista" de pequenos desejos, está cada vez mais vazia, talvez pelas responsabilidades do dia-a-dia; a falta de tempo de sequer desejar algo.
Agora, ao olhar o azul do céu, o verde das plantas, sentir o vento levemente no meu rosto, deixando meu cabelo desajeitado, lembro-me como é bom desejar... estar em um lugar cercado de natureza, sentir a calmaria, ouvir o balançar das árvores que é o único barulho agora, esse é um dos meus desejos, no qual estou vivendo agora - não mais agora que você está lendo. 
Desejo ir à praia num fim da tarde, sentar na areia e olhar o mar, o indo e vindo infinito das ondas enquanto o sol se põe. 
Desejo um dia frio com uma xícara cheia de chocolate quente, uma coberta macia, um par de meias rosas e um bom livro de romance.
Desejo um momento com meus pais e minha irmã, em nossa antiga casa relembrando momentos vividos nela. 
Desejo ouvir para sempre a voz dos meus pais me chamando. 
Desejo acordar todas as manhãs sabendo que eles estão bem. 
Desejo olhar o céu estralado com minhas amigas ao som do Djavan. 
Desejo dormir com minha irmã em uma cama pequena, depois de ter assistido vários filmes. 
Desejo viajar de carro e dormir no carro. 
Desejo correr na praia enquanto chove, sentir o cheiro de terra molhada e nadar nua.
                                            
                                                 [...]


Esse não é o fim da minha lista, talvez seja apenas o começo. Mas sem dúvidas, o meu maior desejo é sempre ter um desejo. 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Aula 13.


SOU A PESSOA MAIS INDECISA DO MUNDO!!!

Meu Deus! Eu sou a indecisão em pessoa. Você deve estar se perguntando o porquê de eu estar falando isso. Pois bem, explicarei!

Desde o primeiro dia de aula - sim, O PRIMEIRO DIA DE AULA - , a professora comentou que teríamos que escolher um livro (romance contemporâneo brasileiro), mas não poderia ser qualquer livro, teria que ser O LIVRO, entende? aquele livro que marcou, que você amou. Tarefa difícil para mim que não costumo ler livros brasileiros, e os que leio, não são contemporâneo. Foram doze semanas, DOZE! e eu não consegui escolher. E é aí que entra a aula treze. 

Na aula 13 aconteceu a roda de conversa, na qual todos teriam que mostrar o livro escolhido e falar o nome do autor, ano de publicação, enredo, pontos interessantes. De última hora eu gostei de um livro, mas adivinha? NÃO FOI PERMITIDO USÁ-LO NA RODA DE CONVERSA. Que morte horrível a minha!
Como eu não consegui escolher outro, a professora me deu o prazo de uma semana para escolher um livro. Ontem, dia 17 de outubro de 2017, minha querida amiga Déborah, conseguiu encontrar um livro que, finalmente, eu disse: É esse! Obrigada, Debinha! I love you! 

Enfim, mais uma vez eu comprovei que não existe pessoa mais indecisa do que eu!

Me despeço por aqui. Beijinhos e até logo!

Aula 17.

Enfim, o grande dia chegou!!! Esse dia apresentamos as narrativas, como convidado especial a professora levou seu marido, também profess...