Diário virtual

domingo, 27 de agosto de 2017

Aula 7.

Antes de começar a falar sobre a aula, comunico que a sétima aula foi a melhor de todas!!!
Como falei na aula 6, a professora Andréa notou que tínhamos dificuldade em produzir  poemas, e na aula 7 ela trouxe alguns poemas e a turma também. A maioria dos alunos leram seus poemas preferidos, o último a ler foi o meu amigo Ruah, que meu Deus do Céu!!! abalou as estruturas da FALE. A professora Andréa emocionou-se, e eu também! Sou chorona mesmo, minha vontade era sair correndo, abraçá-lo, pedir um autografo e dizer: cara, tu é fuck!!!
Essas foram as expressões quando Ruah leu o poema.

A professora Andréa sempre deixa a aula divertida, bem dinâmica, graças a Deus! porque ninguém merece ter uma aula chata em plena segunda-feira. Depois desse momento emocionante, escrevemos nossos nossos nomes dentro de bexigas de assopro, jogamos pro alto, e foi aquela "bagunça" boa... Mas vale lembrar de um momento engraçado, no qual eu fiz esta pergunta: Professora, é pra pocar os balões? e gentilmente a professora respondeu - "pocar? eu não sei o que é isso". E  todos que estavam a nossa volta riram, inclusive a professora. Daí fizemos uma roda, e lemos os nomes que estavam dentro da bola. O intuito dessa dinâmica era inspirar-se na pessoa que pegamos. PS: o nome que tinha dentro da minha bola era Emilly, e por coincidência ela também pegou o meu nome. 


Chegou a hora de fazer os poemas, meu senhor Jesus Cristo! eu nunca tinha feito isso antes, nem costumo ler poemas. Foi muito complicado, não conseguia me inspirar em ninguém. Toda segunda é um impacto diferente, no qual tenho que me superar, superar o limite da minha imaginação. Isso é ótimo! No final da aula veio mais um impacto...
PROVA DIA 9
Eu fiquei desse jeitinho mesmo!

E por fim, a professora explicou algumas coisas em relação a prova. E o nosso sétimo encontro foi esse, cheio de "surpresinhas" né, mores? Apesar do impacto da prova, essa foi a melhor aula, e olha que é difícil escolher a melhor, pois todas são muito boas. 
Ps: amei a estampa da sua saia, professora! <3

sábado, 19 de agosto de 2017

Aula 6.


Nesse dia, eu fui pra aula assim, já pensando no meu animal mitológico, pensando o quão trágico seria se a professora, por um acaso, lê-se o meu texto. Segurei na mão de Deus e entrei na sala. E eis que a professora fala: "Vou entregar os textos." Depois eu me tranquilizei, pois raciocinei e vi que ela pediria para alguém ler o seu texto, se quisesse. claro que eu jamais iria ler o meu. Mas aí, a professora começou a entregar os textos falando o nome do animal...

Já fiquei naquela expectativa de ouvir o nome do meu animal mitológico. Todos os nomes chamados estavam muito criativos, o que me preocupou ainda mais. Por que será, né? e eis que ouço a professora pronunciar : MACACO ANJO
Não aguentei e ri muito, pois o nome ficou bem estranho, pra combinar comigo, né, mores? e todos da sala riram também, pois o nome realmente ficou engraçado. Depois, algumas pessoas quiserem ler suas descrições. Achei todas as descrições dos animais mitológicos muito boas e criativas. A primeira pessoa a ler foi a minha amiga Bea, tinha que ser, né, Bea? o nome do seu animal mitológico é Mulher Ossos. Mozart também leu, achei muito interessante, mas não lembro o nome do seu animal mitológico. Logo em seguida, Natã leu sua descrição também, que ficou muito boa, mas o que me chamou atenção mesmo foi a sua voz, que mais parecia a do Cid Moreira, ele daria um excelente locutor, ou qualquer coisa que usasse a voz. Aquela voz não pode passar despercebida no mundo, não, gente! 
Depois a professora falou sobre o poema que teríamos que produzir, algumas pessoas já tinham feito, inclusive eu. Alguns alunos leram os poemas, mas o meu ficou tão pequeno que não quis ler. A professora notou que não sabíamos fazer um poema, mas elegante do jeito que ela é, apenas falou que seria interessante antes de elaborar um poema, ela trazer alguns, e discuti-los em sala de aula. Enfim, a nosso sexto encontro foi isso. 

Aula 5.

Nessa aula continuamos estudando o texto Das tábuas da lei à tela do computador. Vale ressaltar que a professora Andréa não pôde estar presente, e deixou a monitora Millena nos auxiliando. Milena sempre muito simpática nos explicou como seria a aula, o que iriamos fazer e tals. Porém, parecia que nossos cérebros tinham sido abduzidos, pois não estávamos conseguindo compreender o plano de aula. Milena teve que nos explicar umas 30 vezes, e não é exagero. No entanto, como bons brasileiros que somos, não desistimos, e encaramos a tarefa de fazer um pequeno "mapa de estudo", não sei ao certo se o nome correto é esse, me perdoe professora, mas como deixei claro anteriormente, não estávamos no nosso juízo normal. Para mim, aquele mapa deu um trabalhão, pois tive que refazer várias vezes por não ter entendido como era para ser feito. Basicamente a professora separou alguns tópicos e tínhamos que acha-los no texto, ou seja, identificar a parte que especifica o tópico. Feito isso, montar um plano de estudo da nossa preferência, com palavras chaves, que nos facilitasse o entendimento de cada tópico.

A expressão de Nazaré Tedesco me descreveu totalmente na aula cinco. Contudo, conseguimos fazer, alguns no mesmo dia e outros depois. Mas uma noticia me deixou inquieta, Milena avisou que os textos sobre o nosso animal mitológico seriam entregues na próxima aula.

E a minha expressão foi essa. Pensei em pegar meu carro e sair do Brasil, pois não queria reler meu texto que, sinceramente, ficou uma bosta. Mas aí eu lembrei: que carro? pois é, não tenho carro. Então apenas comentei com minhas amigas da turma que na próxima segunda eu não iria porque estaria doente. Mas aí eu lembrei das faltas, então mais uma vez não pude fazer nada, apenas aguardar o dia da decepção. 

Eu mesma, Aline Wivian.

Apresento-lhes a mais nova bloguerinha: Aline Wivian Santos Silva. De antemão, já vou avisando, sou péssima em descrever alguém, ainda mais quando esse alguém sou eu mesma. Bom, tenho 19 anos, 1,80 de altura, sim, UM E OITENTA. E por favor, não me diga que eu tenho que jogar vôlei, estou farta desses palpites. Gosto do que me desafia, mas só percebo isso quando já venci o tal desafio, antes disso, fico desesperada, quase morrendo mesmo,  pois odeio perder, odeio fracassar. Depois de vencer, eu percebo o quanto eu gosto dessa sensação. (mas só noto isso quando eu venço mesmo). Mas nem sempre vencemos, estou tentando lidar com a derrota, mas como o meu professor de jiu-jitsu fala: " perder é não tentar ".  E é bem verdade. E foi na "derrota" onde eu mais amadureci, porém, prefiro só vencer mesmo. (rsrs) como disse, ainda estou tentando lidar. Já que falei do meu professor de jiu-jitsu, vocês já devem ter notado que eu sou atleta desse esporte maravilhoso, não é?! Sem dúvidas, o Jiu-jistu é uma das minhas maiores paixões, sou completamente, loucamente, desesperadamente apaixonada por essa arte suave. Falando nisso, amanhã dia 20 de agosto de 2017, estarei indo para uma competição de jiu-jitsu. Seria muito obvio eu falar que estou escrevendo para tentar esquecer a hipótese que há de eu perder? Bom, vamos tentar esquecer isso! retomando o assunto... gosto de conversar, ler, ouvir música (principalmente MPB), cantar - eu não tenho uma voz consideravelmente bonita, mas não é por isso que eu não vou cantar 24h por dia, né, mores? - adoro comer, dormir, não fazer nada, gosto de deitar a cabeça no travesseiro e pensar: amanhã eu não tenho nada para fazer, nada para estudar, não tenho trabalhos para fazer, nem assuntos para revisar. Porém, depois que entrei na faculdade, não lembro-me um dia sequer que eu deitei minha cabeça tranquilamente e pensei isso. É aquela coisa, UNIVERSITÁRIO NÃO É GENTE!
Amo doces, amo frituras, amo aquele bolo de cenoura com calda de chocolate que só mainha sabe fazer... Sou geminiana, cuidado comigo! eu sou aquela típica geminiana: bipolar, que fala 24h sem parar, gosto de tudo do meu jeito, sou extremamente intensa, odeio pessoas sem conteúdos, gosto de atenção, 100% da atenção, enjoou facilmente das pessoas, odeio pessoas "grudes", não falo dos meus sentimentos, sou orgulhosa, não sou romântica, odeio injustiça, pessoas desumildes, pessoas intrometidas, pessoas que não dividem o lanche (sim, é uma indireta para certos amigos meus). Amo a natureza, miçangas, pessoas sem frescuras, minha família, meus amigos. Essa parte do "amo" , é o meu asc que é câncer. Devido ao meu asc, sou emotiva, não demonstro, mas sou. Choro facilmente, se falarem alto comigo, eu choro. Meu lado canceriana é um xuxuzinho. Porém, ele não aparece com muita frequência. então, reforçando mais um vez: CUIDADO COMIGO! (RSRS). 
Bom, acho que cheguei ao fim. Obrigada se você leu até aqui, como você pôde ver, eu não sou muito interessante, sinto daqui o seu arrependimento por ter gasto o seu precioso tempo lendo um texto cujo o titulo é: eu mesma, Aline Wivian. Outro fato, eu não sou criativa. Enfim, me despeço deixando uma citação de Martha Medeiros, na qual tenho total certeza de que ela escreveu pensando em mim. 
"Eu sou assim, ligada na tomada. Sempre querendo encontrar uma razão pra tudo. Pessoas como eu sofrem mais. Se decepcionam mais. Por outro lado, crescemos. Evoluímos. Amadurecemos. Nada é estático em nossas vidas. Nada é à toa. Tudo ganha uma compreensão, tudo é degrau, tudo eleva".

domingo, 6 de agosto de 2017

Aula 4.

Nessa aula estudamos um texto, e fizemos todo aquele esquema que a professora nos ensinou: grifar as partes mais importantes, escrever nas margens e etc... depois tivemos uma conversa sobre o texto, sobre o que entendemos dele. Fiquei animada pelo fato de ter compreendido a mensagem, pois o outro texto que estudamos nas aulas anteriores foi bem complexo e tive bastante dificuldade de compreender. Através do tema do texto, que é a diversidade em relação a leitura, escritores e tals, a professora propôs que contássemos nosso período escolar em relação a leitura e escrita, se foi diversificado, ou se apenas seguimos o padrão de leitura e escrita que as escolas propõe, tudo isso em 300 palavras. Foi bem interessante, pois eu pude ver que a escola não me preparou para faculdade. Na escola, liamos o mesmo gênero de textos, livros, os mesmos autores. Não tinha diversidade, isso gerou em mim uma vontade de ler apenas isso, apenas os mesmos tipos de livros. E na faculdade eu me deparei com coisas mais complexas, me senti despreparada. Hoje, eu tento fugir do acômodo de ler os mesmos gêneros, tento ler livros de autores diferentes. Enfim, a aula foi muito proveitosa, onde pude mais uma vez me questionar, refletir. 

Aula 17.

Enfim, o grande dia chegou!!! Esse dia apresentamos as narrativas, como convidado especial a professora levou seu marido, também profess...