Diário virtual

domingo, 24 de setembro de 2017

Aula 9.

Olá, meus "bebezíneos".  Hoje irei falar sobre a aula nove. Começamos fazendo uma analise sobre três manchetes de cunho sócio-político. Apesar de estarmos mais acostumados a fazer análise de linguagens verbais, não foi de todo mal analisar as manchetes como "linguagem não verbal". Pude ver como uma imagem, um foco maior, uma letra em negrito pode fazer TODA a diferença no sentido da notícia. Essa ideia foi ótima para que pudéssemos ver o andamento da intertextualidade e da interdiscursividade. 


No segundo momento da aula, os que têm coragem foram ler seus poemas ao som da música que escolheram. E assim, né, algumas músicas foram bem surpreendentes e divertidas, rolou até a diva Pabllo Vittar. Como a gente não deixa passar nada, aproveitamos essas musiquinhas e já estávamos nos sentindo em uma baladinha. E quando tocou k.o, por muito pouco eu não levantei para dançar, porque minha gente, é quase impossível ouvir k.o e ficar parada, pelo menos os dedinhos têm que se mexerem. 


E foi isso aí! até a próxima, meus chuchuzinhos! 

Ela.


Sempre tão perdida
E ao mesmo tempo, encontrada
Dentro de si, almeja uma certeza
Mas como encontrá-la? em um mundo de incertezas

Dona de si
Dona de uma personalidade forte
Dona do seu futuro
Dona de tudo o que quer
E como ela quer...
Quer tudo do seu jeito
Jeito esse um tanto desajeitado
Mas que faz e fala tudo calculado

Sonha alto
Mas sorrir baixo
Tão baixo que quase não se ouve
Talvez não seja de ouvir
Talvez seja de ver, de sentir
Ela sorrir com os olhos
Sorrir com a alma
Sorrir com o coração
Transborda emoção

Todos os dias procura uma direção
E todos os dias desiste de a encontrar
E finalmente, se deixa ser guiada pelo coração.

https://www.youtube.com/watch?v=0kdY2bH2IPc




quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Animal Mitológico.


Macaco Anjo

Macaco Anjo é um bicho alto, quatro metros para ser mais exata. Suas pernas são curtas; o que o faz ser grande é o seu tronco. Sua cabeça tem forma de cone, possui dentes afiados como um faca, olhos quadrados e na cor cinza, Tem pelos pretos, brilhosos e de textura macia. Os braços são longos, chegam a tocar o chão, mesmo ele estando em pé. Nas costas esconde um grande segredo, que fica escondido dentro de seus pelos. São asas que aparecem apenas a partir das três horas da manhã. Ás seis horas da manhã, ele volta a escondê-las. Aos olhos humanos, ele parece assustador, mau. Ao contrário do que aparenta fisicamente, ele é dócil, gosta de carinho, apesar de não receber, pois sempre está fugindo de ataques humanos. Por isso, habita em florestas distantes. Quando é descoberto, aciona suas asas, que só podem ser retiradas de dentro dos seus pelos em casos emergenciais. 
Macaco Anjo, alimenta-se de plantas, animais e bebe água dos rios, é solitário, seu rosto é abatido, tem a fisionomia . Suas asas são grandes, e com pelos brancos, o que dá um grande contraste em seus pelos negros.  Nas madrugadas, ele voa lentamente apreciando o céu negro e misterioso. Suas pernas por serem curtas, serviam de um pequeno apoio. Quando não estava voando, estava andando com seus longos braços. Tinha mãos grandes e pés pequenos. Locomovia-se lentamente por ser muito pesado. Tinha uma visão aparentemente boa, diferente da audição, que era péssima. Cinco porcento de cada ouvido. Não tinha um paladar aguçado, não sentia gosto de quase nada. Possuía unhas grandes e afiadas, com suas próprias unhas cortava os seus pelos, quando passava a incomodá-lo. Tinha dentes grandes e amarelos, uma língua áspera - o que dificultava ainda mais o seu paladar.

A noite estrelada.




ArtistaVincent van Gogh
Dimensões74 cm x 92 cm
LocalizaçãoMuseu de Arte Moderna
Criaçãojunho de 1889
PeríodosPós-impressionismoArte moderna 

MídiaLona, Tinta a óleo

“A noite estrelada“ , por Aline Wivian

Noite fria de um misero outono, todos dormiam no aconchego de suas camas, macias e com cobertores que saciavam o frio. Nas ruas da cidade de Bruxelas não ouvia-se um barulho sequer, a não ser o barulho do silêncio, que para Eduard, era o pior dos barulhos. Enquanto todos dormiam, ele observava a noite, e seus mistérios. Olhava as estrelas que brilhavam fortemente nos seus olhos, ficavam ainda mais misteriosas “dentro” daquele céu negro. Levantou-se para pegar seu cigarro, que já havia feito-lhe muito mal. Uma relação de amor e ódio paradoxalmente se instalava. Sabia que aquilo estava o matando aos poucos. Mas sentia que sem ele, o cigarro, morreria muito mais rápido. Pôs levemente entre os dedos, e com um isqueiro o acendeu. A chama do isqueiro chamava-lhe a atenção, mesmo depois de ter acesso o cigarro, continuava a observar a chama. Na outra mão estava um copo americano que ganhara de sua falecida esposa, com dois “dedos” de whisky. O charuto e a bebida eram sua companhia, depois que sua esposa faleceu de um trágico acidente de carro. Eduard tem sequelas desse terrível e traumático acidente. Mas as sequelas físicas eram uma minudência perto dos traumas psicológicos que o possuía gradativamente. Ele quem dirigia o carro, era madrugada de uma sexta-feira, o céu estava estrelado, a noite era fria, como de costume, antes de dirigir, Tragava um cigarro, e tomava um pequeno gole de whisky. Elizabeth, sua esposa, estava animada para o final de semana que iria passar com sua família. Todos os anos eles viajavam, esse ano não seria diferente. Na metade do caminho, Elizabeth pôs no som do carro sua música favorita, eles cantavam alegremente e admiravam o céu estrelado. Elizabeth amava noites frias com céu estrelado. Não demorou muito e ela adormeceu, Eduard dirigia e olhava atentamente sua esposa, estava admirando-a. começa a chover, Eduard estava com sono, pensou em parar para descansar um pouco, mas sabia da ansiedade de Elizabeth para ver sua família. Logo desistiu e continuou a dirigir, lutava contra o sono, seus olhos estavam cada vez menores e vermelhos, o sono consumia-lhe, mas a vontade de ver sua esposa feliz também. A chuva caia com uma fúria que crateras eram abertas facilmente. Logo um céu acinzentado tomou conta daquele céu estrelado que os dois admirara há minutos antes. Elizabeth acorda, olha para Eduard, era como um olhar de despedida, um olhar que transmitia amor. Mas logo depois ouve-se um grito desesperador de Elizabeth. Eduard perdeu o controle do carro ao olhar para ela, o carro capota oito vezes e em seguida cai de uma ribanceira, ouve-se apenas o barulho da chuva. Elizabeth morre na hora, Eduard é internado com ferimentos gravíssimos, mas sobrevive. Para ele, preferira ter morrido naquele dia, pois agora, ele morre todos os dias, lentamente. Talvez por isso, a noite seja um tormento para ele.  Com passos leves e barulhentos, arrastava a sua chinela de dedo no chão, seus pés estavam com meias azuis, andava em direção a janela, que estava aberta. O vento era tão forte que ficava cada vez mais difícil chegar até a janela, que abria e fechava com uma fúria imensa. Com muito esforço, ele conseguiu alcança-la, sentou nela, pôs os pés para fora de casa e continuou a olhar para o céu estrelado. O vento acabara de derrubar o último cigarro que lhe restava no chão, rapidamente o vento o levou para longe, e cada vez mais longe... Eduard olhava o cigarro se afastando com fúria nos olhos, pois era o último do maço. Também era madrugada, certamente não haveria nada aberto. Nem um mercado, nem uma venda, nem uma daquelas barracas que ficavam ocupando espaço nas ruas da cidade. Mesmo tendo a certeza de que não acharia nada aberto, ele pula a janela, mesmo tendo a chave da porta, e segue angustiado, exasperado, em busca de um cigarro, que faça-lhe esquecer da noite em que perdera Elizabeth. Anda rapidamente, seu semblante é de dor, a noite estrelada traz a lembrança dos dois cantando alegremente a música preferida de Elizabeth, ele consegue ouvir claramente sua voz doce, ver seu sorriso aberto, que mais parece um vazamento de felicidade. Ele fica desnorteado, começa a chover, o céu acinzentado aparece, e junto com ele, mais sofrimento. Eduard já não se aguenta em pé, a dor toma conta não só do seu psicológico, mas também do seu corpo, logo cai com os joelhos no chão molhado, suas mãos vão á cabeça, em desespero ele puxa os cabelos, como se junto com eles, fossem sair a toda a dor. Dor que o possui, dor que não o deixa fazer nada, dor que o atormenta todos os dias, principalmente nos dias frios e com céu estrelado. Cai no chão por completo, chora desesperadamente, as lágrimas misturam-se com a forte chuva que cai, parece a mesma do dia do acidente. Acaba adormecendo, acorda com o barulho das pessoas. Tudo volta ao normal na grande cidade de Bruxelas, as pessoas vão trabalhar, barulho de automóveis, crianças brincando na rua. Mas para Eduard, viver tornou-se um tormento. Todos os dias, morre um pedaço dele. Morre suas vontades, seus desejos, sua felicidade... e o que resta são as lembranças do passado. Eduard volta para casa, aguarda ansiosamente o dia em que não acordará mais, que não sentirá mais dor, o dia em que encontrará Elizabeth novamente. 

domingo, 3 de setembro de 2017

Aula 8.

Assim que cheguei na sala a professora Andréa estava com a página dos blogs aberta, pensei: vou escapar por essa janela aqui; mas logo percebi que ficaria enganchada e todos iriam notar, preferi não passar por esse constrangimento. Não parece, mas eu sou uma pessoa tímida :). Até que chegou a vez do meu blog ser exposto, a professora escolheu duas postagens e comentou sobre elas. Foi bom saber que todos gostaram, inclusive a professora.
No segundo momento da aula a professora nos mostrou o que é interdiscursividade, nome bem complicado, eu sei, mas de fácil entendimento. Interdiscursividade é a perspectiva do autor, a materialização de um determinado ponto de vista. Para melhor compressão dos alunos, a professora trouxe exemplos para serem discutidos em relação a interdiscursividade, que foram "as mil e uma noite" de Rubem Alves, e uma canção do grupo Tribalistas " já sei namorar". Um assunto vai puxando o outro, e entramos na idade média (cristã). 
Por fim, eu me despeço deixando uma reflexão: qual é a melhor matéria de letras? e por que é leitura e produção de textos em língua portuguesa? (risos) 





                                               BEIJINHOS E ATÉ A AULA NOVE. 

Aula 17.

Enfim, o grande dia chegou!!! Esse dia apresentamos as narrativas, como convidado especial a professora levou seu marido, também profess...